O sistema de rodoviário do estado de São Paulo é o maior sistema estadual de transporte rodoviário do Brasil, com 34.650 km. Trata-se de uma enorme rede interligada, divida em três níveis, municipal (11.600 km), estadual (22.000 km) e federal (1.050 km). Mais de 90% da população paulista está a cerca de 5 km de uma estrada pavimentada.
O estado também possui o maior número de estradas duplicadas da América Latina. De acordo com a Confederação Nacional dos Transportes, o sistema rodoviário paulista é o melhor do país, com 59,4% de suas estradas classificadas na categoria excelente.
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A responsabilidade pela construção, manutenção, expansão, gestão e exploração das estradas paulistas dividem-se nas seguintes categorias:
Com a lei n º 9.361, de 5 de julho de 1996, o governo estadual implementou um abrangente programa de privatização e de concessão pública de infra-estruturas rodoviárias de gestão e exploração econômica (Programa Estadual de Desestatização), sendo que a maior parte das as rodovias sob a tutela do Estado começaram a ser geridas por empresas privadas. A fim de implementar o Programa, a rede viária foi subdividida em 12 seções, com um total de 3.500 km, interligando 198 municípios com uma população de aproximadamente 20 milhões de habitantes (aproximadamente 50% da população do estado).
Abaixo uma lista da empresas privadas que controlam parte das rodovias paulistas:
Até agosto de 2005, estas empresas investiram R$ 6 bilhões nas estradas, gerando uma receita de R$ 2 bilhões para o estado. As concessões também levaram à duplicação de mais de 480 km, e a construção de 110 novas estradas. Todas as rodovias concedidas estão equipadas com telefones fixos de emergência a cada quilômetro, sinalização horizontal e vertical, câmeras de vigilância e equipes de emergência 24 horas. As rodovias paulistas são as mais sofisticados e com os mais elevados padrões de segurança e de prestação de serviços da América Latina.
Todas estradas privadas, incluindo as geridas pelo DERSA, são pedagiadas, com o objeivo de pagar pelos serviços e investimentos feitos pelas empresas nas rodovias. Estradas geridas pelo Estado (DER) normalmente não são pedagiadas. O preço do pedágio, fixado pela Secretaria de Estado dos Transportes, varia de R$ 2,00 a R$ 6,00.
Outra forma de cobrança do pedágio nas rodovias paulistas é o sistema de cobrança eletrônica Sem Parar. Através de um dispositivo eletrônico instalado no vidro dianteiro do carro a tarifa é cobrada direto da conta corrente ou do cartão de crédito do motorista, agilizando a passagem pela rodovia.